Hoje venho falar-vos sobre como faço as minhas escolhas, como decido entre uma promoção ou outra ou como avalio se determinado produto, mesmo sendo mais barato, é vantajoso para mim.
Há muito tempo que ando a pensar em publicar sobre este assunto. O que eu gostaria mesmo era de tirar as minhas próprias fotos no supermercado, mas receio ser mal interpretada. Resolvi, então, usar imagens das lojas online para exemplificar.
Atenção que não vou fazer publicidade a nenhum produto, apenas os usarei a título de exemplo.
Para partilhar as experiências que dão sentido à minha vida, que a tornam mais fácil e que podem servir aos outros.
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sexta-feira, 7 de junho de 2013
terça-feira, 27 de novembro de 2012
Boas escolhas: compremos "o que é nosso"
Cada vez mais se torna importante comprar produtos portugueses. Faz bem à nossa economia e, por isso, faz-nos bem a nós... Uma das formas de verificarmos a proveniência dos produtos que pretendemos comprar é através do código de barras, que deve começar por 560. Este método não é infalível, mas garante elevada probabilidade para identificar os produtos portugueses. O Movimento 560 esclarece e faz as devidas recomendações.
No que respeita aos laticínios, há um "selo" que indica a proveniência do produto:
PT para Portugal, ES para Espanha, FR para França, etc.. Assim, basta procurar este selo nas embalagens de leite e derivados para garantir que estamos a comprar "o que é nosso". Esta informação foi-me dada por uma pessoa que trabalha numa empresa do ramo alimentar, pelo que a considero fidedigna. Eu procuro (quase) sempre este selo nos laticínios e já me apercebi que, no Pingo Doce, por exemplo, o leite meio gordo PD nem sempre é português, por isso, temos de verificar sempre!!!
No que respeita aos laticínios, há um "selo" que indica a proveniência do produto:
PT para Portugal, ES para Espanha, FR para França, etc.. Assim, basta procurar este selo nas embalagens de leite e derivados para garantir que estamos a comprar "o que é nosso". Esta informação foi-me dada por uma pessoa que trabalha numa empresa do ramo alimentar, pelo que a considero fidedigna. Eu procuro (quase) sempre este selo nos laticínios e já me apercebi que, no Pingo Doce, por exemplo, o leite meio gordo PD nem sempre é português, por isso, temos de verificar sempre!!!
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Boas escolhas - Arroz
Já experimentaram arroz do Mondego? Pois eu digo-vos que é uma delícia! Tive a primeira experiência com um arroz que me foi oferecido e que não se vende em supermercados (era um saco de 5 kg). Fiquei fã!! A diferença nota-se, sobretudo, quando se faz arroz branco; o sabor é realmente diferente!
Para além deste, já comprei várias vezes no supermercado. O último que comprei foi este:
Penso que já há no mercado várias marcas deste arroz. Está sempre bem identificado.
É nacional, tem certificação de produção integrada (amiga do ambiente) e é saboroso. Acho que vale a pena a diferença do preço. Experimentem!
Para além deste, já comprei várias vezes no supermercado. O último que comprei foi este:
Penso que já há no mercado várias marcas deste arroz. Está sempre bem identificado.
É nacional, tem certificação de produção integrada (amiga do ambiente) e é saboroso. Acho que vale a pena a diferença do preço. Experimentem!
sábado, 14 de julho de 2012
Boas escolhas: ovos
Há uns tempos, recebi um email sobre a proveniência dos ovos de compra. Fiquei, simplesmente, horrorizada.
Há quatro códigos para diferenciar os diferentes tipos, que vão desde os ovos de galinhas criadas ao ar livre até aos ovos de galinhas criadas em gaiolas. Quando vi as imagens, arrepiei-me! Não consigo compreender tamanha crueldade para com as pobres galinhas, só porque se quer aumentar a produção de ovos com os menores custos possíveis. Desde essa altura, tenho tido sempre atenção aos códigos dos ovos que compro. Não quero dar lição nenhuma sobre tudo o que aparece escrito nos ovos; apenas gostava que passassem a dar atenção, na linha de baixo, ao número que aparece antes do PT (no caso dos ovos nacionais, que também faço questão de escolher).
São os únicos que não têm o algarismo 3, no supermercado onde costumo ir, e têm o símbolo dos produtos nacionais "Compro O Que É Nosso".
São bastante mais caros, é verdade, mas já não sou capaz de comprar dos outros. Por razões semelhantes, nunca mais comprei senão frango do campo.
Não custa assim tanto e faz muita diferença na vida das galinhas!!
Há quatro códigos para diferenciar os diferentes tipos, que vão desde os ovos de galinhas criadas ao ar livre até aos ovos de galinhas criadas em gaiolas. Quando vi as imagens, arrepiei-me! Não consigo compreender tamanha crueldade para com as pobres galinhas, só porque se quer aumentar a produção de ovos com os menores custos possíveis. Desde essa altura, tenho tido sempre atenção aos códigos dos ovos que compro. Não quero dar lição nenhuma sobre tudo o que aparece escrito nos ovos; apenas gostava que passassem a dar atenção, na linha de baixo, ao número que aparece antes do PT (no caso dos ovos nacionais, que também faço questão de escolher).
Neste caso, o número que aparece é 1, que quer dizer que os ovos são provenientes de galinhas criadas ao ar livre. Os outros números significam:
0 - ovos de criação biológica
2 - ovos de galinhas criadas no solo (em aviários)
3 - ovos de galinhas criadas em gaiolas (onde elas não se conseguem desviar do seu local senão uns centímetros)
Assim, os ovos que compro normalmente são estes:
São os únicos que não têm o algarismo 3, no supermercado onde costumo ir, e têm o símbolo dos produtos nacionais "Compro O Que É Nosso".
São bastante mais caros, é verdade, mas já não sou capaz de comprar dos outros. Por razões semelhantes, nunca mais comprei senão frango do campo.
Não custa assim tanto e faz muita diferença na vida das galinhas!!
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